Mostrando postagens com marcador filmes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador filmes. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Remember Now or Remember Karl?


Vou ser a mais clichê aqui pra puxar o saco de uma das pessoas mais influentes do mundo. Aquele lá que é desenhista, estilista, fotógrafo e as vezes faz de diretor e escritor. Sim, o mais mais da moda, Karl Lagerfeld!
É que a Chanel reuniu um grupinho mega selecionado pra ir lá pra Saint Tropez assistir o desfile da sua nova coleção, Cruise.

Jeans clarinho meio vintage, renda e o branquinho-cara-de-praia


Transparências, paetês e tons pastéis.

Ai, e os chapéus... s2

Como se não bastasse a coleção maravilhosa(quero tudo!), o Lagerfeld ainda lançou o seu novo curta, "Remember Now", escrito e dirigido pelo próprio, com o seu timINHO de modelos participando. Fraco.


Parte 1


Parte 2

Vale lembrar que a data de lançamento do curta não foi apenas coincidência. Como todos, ou quase todos(eu espero) sabem, hoje, dia 12 de Maio, foi o primeiro dia do Festival de Cannes! Nada mais, nada menos que aquele mega festival que conta com inúmeras mídias, exibições e lançamentos especiais de filmes, além da entrega do prêmio Palma de Ouro e dos inúmeros bailes. O festival vai de 12(hoje) a 13 de Maio e eu aconselho a dar uma acompanhada.




Pra saber mais da nova coleção da Chanel e assistir o vídeo com a qualidade melhor, clica aqui!

Se você quer saber mais do Festival de Cannes, então clica aqui!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Boy meets girl subvertido


Volto ao meu querido blog após período de hiatus pra falar do ótimo 500 dias com ela (do original 500 days of summer) de Marc Webb,que estreiou como diretor de longa-metragem após muito tempo fazendo videoclipes.A questão é que o filme mexeu tanto comigo que o meu egocentrismo não me deixou não escrever nada sobre ele aqui,mas eu prometo que vou segurar meus spoilery feelings e não contar o final.

500 days conta a história de Tom Hansen,personagem de Joseph Gordon-Levitt(aquele menininho de 10 coisas que eu odeio em você,lembram?) que cresceu influenciado pela mídia e música pop e esperando finalmente encontrar a sua alma gêmea.Sua vida muda quando Summer Finn,vivida pela fofa Zooey Deschanel,a garota perfeita que compartilhava de seus mesmos gostos,começa a trabalhar no mesmo escritório que ele.O problema é que ela não acreditava no amor.


Até aí tudo bem,teria tudo pra ser um autêntico boy meets girl,passando pelo conflito e culminando no final feliz.Mas não é isso que acontece.A história se passa através do ponto de vista de Tom,sendo dessa forma não linear,ele busca através de suas lembranças encontrar respostas para o que está acontecendo em seu relacionamento.Uma das coisas legais de se perceber é que nem o dia 1 nem o dia 500 tem tanta importância quanto os outros dias,a história dos dois se desenrola não pelo começo nem pelo final mas pelos pequenos momentos que tiveram grande impacto na relação.O diferencial é que o filme é dosado de uma sinceridade quase que cruel em todas as suas situações,falas e conflitos que em sua maioria não têm solução,como acontece na vida.A comédia romântica trata o amor de uma forma contemporânea e talvez por isso seja mais fácil se identificar com ela do que com as que a gente está acostumado.Os protagonistas não-tão-conhecidos se encaixam perfeitamente com o novo diretor e a trilha sonora é fantástica.(passando por Regina Spektor,Smiths e Feist).



Fazia muito tempo que não me identificava tanto com um filme(arrisco a dizer personagem),lembrando que Alta Fidelidade foi em 2000 e todas as comédias mela cuecas do meio não fizeram tanto efeito.A verdade é que na maioria das vezes todas as nossas expectativas são muito maiores que a realidade,final feliz de filme raramente é o que acontece na vida e você pode nunca encontrar a sua alma gêmea.Mas isso não é ruim,pelo contrário! 500 days nos incentiva a nos apaixonar,nos jogar,sofrer e buscar aquela pessoa que te faz bem.Por fim a gente acaba percebendo que o que importa é o meio e não o final.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Ladrões de Cena





Todo filme/seriado/novela tem seu personagem principal, aquele que vai ter a maioria das falas, maior destaque na mídia certo? Errado! Já foi época em que o ator que começava protagonista tinha que terminar protagonista. Hoje em dia a tendência é que os autores identifiquem o personagem que mais agrada a audiência e mudem o foco da trama de acordo com isso. Temos mil exemplos por aí, sejam ele os mais hypados ou os mais bregas. Vamos começar pelo mais brega. O que foi o Raj na última novela das 9? Não aguentava mais, toda mulher vinha fala comigo desse maluco como se eu fosse concordar com alguma coisa. Isso porque era pra ele morrer na metade da novela e o Bahuan se consolidar como protagonista. Mas o que vimos foi o contrário. O personagem de Márcio Garcia foi engolido por Rodrigo Lombardi e no final da novela Raj era um popstar e Bahuan era usado para fazer piadinhas de ir ao banheiro. Ou você nunca falou que ia soltar um Bahuan? Outro que roubou a cena foi Heath Ledger no último filme do Batman, o Cavaleiro das Trevas. Embora eu ache o Cristian Bale um excelente ator e o melhor Batman de todos os tempos, não teve como competir com a atuação de Heath e com o Hype desenfreado que sua morte causou. Mas agora vamos aos seriados. Começaremos por um que deu errado justamente por não seguir as tendências e tentar ser fiél a sua proposta inicial. The OC. Desde o início a idéia era ter Ryan e Marissa como principais. Mas os dois eram muito chatos! E em contrapartida tinhamos Summer, que não era nem para ser uma atriz regular na série e o fenômeno Seth Cohen, na minha opinião o melhor personagem de séries "mela cueca" que já existou. Tanto é que muitos mauriçocas resolveram dar uma nerdiada no visual devido ao sucesso do personagem de Adam Brody com as meninas. Mas ai os diretores, roteiristas, sei lá quem eu tenho que culpar, ao invés de aumentarem o foco na dupla SummerSeth, insistiu na choradeira Maryan (Marissa + Ryan, há!). Até que chegou um ponto que não dava mais e resolveram matar a menina ai cabocetudo! Meu sonho era ter um Spin-off só com os Cohens mesmo. Aquele bate papo Seth e Sandy na cozinha vai fazer falta para todo o sempre. Mas o mais atual ladrão de cena (ou sena na língua da Sasha que foi alfabetizada em inglês) chama-se Ed Westwick, mais conhecido como Chuck Motherfuckin' Bass. Sim, o almofadinha de Gossip Girl. Chuck deveria ser o vilão da série, mas seu charme e carisma foram tamanhos que o órfão riquinho terminou como protagonista e herói da série no final da 2a temporada. Todos que o odiavam no início da série, passaram a torcer incondicionalmente para seu sucesso. Além disso, trata-se do personagem mais humano da série, com dúvidas, ambiguidades e conflitos como todos nós. Sua interpretação no episódio em que seu Pai faleceu foi digna de Oscar. No entanto, quando todos nós esperavamos praticamente um show solo de Ed na 3a temporada, estamos vendo os diretores, roteiristas ou os mesmos que eu não soube culpar por The OC (sim, são os mesmo de verdade), dando uma chance a Serena de novo no papel principal. Esperamos, para o bem da série e das meninas (tudo bem, e para o meu também) que não de errado como em The OC. Desperdiçar um personagem como Seth Cohen já foi ruim. Desperdiçar Seth Cohen e Chuck Bass não pode mais, vai pra cadeia!

Glossário:

Para quem não sabe, Sasha, filha da Xuxa, escreveu no Twitter que estava gravando uma Sena ao invés de uma Cena. E a Rainha dos Baixinhos explicou, dizendo que a filha havia sido alfabetizada em inglês. Eis que Danilo Gentil, integrante do CQC, reproduziu, também no Twitter, uma conversa entre Xuxa e Sasha, posterior a gafe: "Filha, Cena é com C, Sena com S é aquele piloto que comeu a mamãe..."